Esse é o trecho de uma escritora que eu não sei o nome agora,mas que é simplesmente perfeito,não precisa de mais nada:
'' Sou egoístα, impαciente e um pouco insegurα. Cometo erros, sou um pouco forα
do controle e αs vezes dificil de lidαr, mαs se você não sαbe lidαr com o meu pior então com certezα você não merece o meu melhor.''
sexta-feira, 30 de julho de 2010
terça-feira, 27 de julho de 2010
Conclusões
''Não é um poema,é realmente uma conclusão mesmo. Realmente, queria uma folguinha do trabalho,mas de no máximo uma semana...essas férias só serviram mesmo para desregular meu horário de sono...meia noite e meia e sem sinal algum de sono...na próxima segunda tenho q acordar 06:15 no pique pra pegar o trem. E na semana seguinte acordar 06:00 h para acompanhar minha saudosa amiga joyce. Estou sentindo falta dessa rotina,caminhar da Central até a Rio Branco, ficar na fila do pão, esperar até ele vir quentinho, pegar o elevador, dar bom dia pra todo mundo, tomar meu toddy, bater um papo e começar a trabalhar. E torcer pra chegar final de semana.''
domingo, 25 de julho de 2010
Encaixe Perfeito
Coitada da peça,
De quebra-cabeça,
Que não consegue achar,
Onde se encaixar...
Sem medo,sem culpa
Sem críticas,sem repreensão.
Livre,leve,solta:
Direito de ir e vir.
O hoje nunca é suficiente,
Porque sempre é necessário
O ontem ou o amanhã,
Para torná-lo completo.
Quando nada se encaixa,
Quando não casa,não combina
E depois ela fica feliz
Porque finalmente achou
A pecinha perfeita,
Que estava a sua espera,
Mesmo,na verdade,
Sem estar esperando nada...
De quebra-cabeça,
Que não consegue achar,
Onde se encaixar...
Sem medo,sem culpa
Sem críticas,sem repreensão.
Livre,leve,solta:
Direito de ir e vir.
O hoje nunca é suficiente,
Porque sempre é necessário
O ontem ou o amanhã,
Para torná-lo completo.
Quando nada se encaixa,
Quando não casa,não combina
E depois ela fica feliz
Porque finalmente achou
A pecinha perfeita,
Que estava a sua espera,
Mesmo,na verdade,
Sem estar esperando nada...
terça-feira, 13 de julho de 2010
Necessidades Descaradas(ocultas)
Será que vejo demais?
Será que imagino demais?
As dúvidas são os extremos:
Paraíso quando preenchidas de respostas,
Inferno quando excessivas e perturbadoras.
Será que eu tô muito Yin?
Com essas carências repetinas
Com essa necessidade de colo,
Quando abraço meu amor,
E esqueço do mundo?
As dúvidas são extremos:
Alegria com soluções,
Infeliz com verdades desagradáveis.
Dúvidas e conclusões,
Céu,Inferno,
Uma dá luz à outra.
Dúvidas,dúvidas,dúvidas...
Ne verdade, muitas vezes
Conclusões disfarçadas,
Verdades que não queremos aceitar
Necessidades descaradas
Que queremos disfarçar e ocultar...
*escrito originalmente em 10/02/2008*
Será que imagino demais?
As dúvidas são os extremos:
Paraíso quando preenchidas de respostas,
Inferno quando excessivas e perturbadoras.
Será que eu tô muito Yin?
Com essas carências repetinas
Com essa necessidade de colo,
Quando abraço meu amor,
E esqueço do mundo?
As dúvidas são extremos:
Alegria com soluções,
Infeliz com verdades desagradáveis.
Dúvidas e conclusões,
Céu,Inferno,
Uma dá luz à outra.
Dúvidas,dúvidas,dúvidas...
Ne verdade, muitas vezes
Conclusões disfarçadas,
Verdades que não queremos aceitar
Necessidades descaradas
Que queremos disfarçar e ocultar...
*escrito originalmente em 10/02/2008*
A Todo Vapor
Trabalhem, músculos involuntários,
Mexam-se! Se cansem...
Retomem as energias
Recomecem a todo vapor.
A vista some perante o horizonte
Não te vejo, não me vejo,
Estou num universo paralelo
Estamos em outra dimensão.
Nossas almas estão na mesma corrente
Metade do meu cérebro não funciona
Os poros respiram uma luz confusa
Nossas razões inexistem...
Minhas pernas tremem,
Quase somem,
Minhas células se debatem
Num puro frenesi.
E a corrente já perdeu seu fluxo,
O Tudo e o Nada se misturaram
Não sei de mim, não sei de você
O silêncio pairou, nossos corpos urraram
O espírito quis continuar
O corpo pediu pra parar...
E eu desapareço...
*escrito originalmente em 26/01/2008*
Mexam-se! Se cansem...
Retomem as energias
Recomecem a todo vapor.
A vista some perante o horizonte
Não te vejo, não me vejo,
Estou num universo paralelo
Estamos em outra dimensão.
Nossas almas estão na mesma corrente
Metade do meu cérebro não funciona
Os poros respiram uma luz confusa
Nossas razões inexistem...
Minhas pernas tremem,
Quase somem,
Minhas células se debatem
Num puro frenesi.
E a corrente já perdeu seu fluxo,
O Tudo e o Nada se misturaram
Não sei de mim, não sei de você
O silêncio pairou, nossos corpos urraram
O espírito quis continuar
O corpo pediu pra parar...
E eu desapareço...
*escrito originalmente em 26/01/2008*
Qual é a cor do amor?
Primeiro é o beijo
Quente, procurado
A língua procurando a outra
É vendo se a boca combina
Se combina o beijo
Meio caminho andado.
Depois é a pele
Se a textura vale
O pêlo com pêlo
Ou o pêlo com o seu pêlo
Ou os pêlos com meu pêlo
Ou o medo.
Depois o cheiro
Um procura no outro
O cheiro de colônia ou
O cheiro de prazer
E os dois se embriagam
Ou vão até o banheiro.
Depois a cor
O amor tem cor?
Cada amor tem uma cor
Cada beijo tem uma cor
Cor de caramelo doce
Cor de madrugada fria.
*Cazuza(1989)*
Quente, procurado
A língua procurando a outra
É vendo se a boca combina
Se combina o beijo
Meio caminho andado.
Depois é a pele
Se a textura vale
O pêlo com pêlo
Ou o pêlo com o seu pêlo
Ou os pêlos com meu pêlo
Ou o medo.
Depois o cheiro
Um procura no outro
O cheiro de colônia ou
O cheiro de prazer
E os dois se embriagam
Ou vão até o banheiro.
Depois a cor
O amor tem cor?
Cada amor tem uma cor
Cada beijo tem uma cor
Cor de caramelo doce
Cor de madrugada fria.
*Cazuza(1989)*
domingo, 11 de julho de 2010
Você vai me enganar sempre(2° versão)
Você me deixa orgulhoso
Gostoso te ouvir jurar
Mentir com esse olhar guloso
Pra me acalmar.
Eu vou me sentir teu homem
Eu vou dormir como um anjo.
Você vai me enganar sempre
Que eu bobear
Você vai me enganar sempre
Com inocência no olhar
Jeitinho de ovelha mansa
Só pra disfarçar
Mas teu riso de criança
É um truque vulgar
Dando ataques de ciumes
Levantando a minha moral
Você vai me enganar sempre
É o teu jeito de amar
Se um amigo chegado
Maltratado pintar
Sentar na mesa ao teu lado
E o assunto casar
Sobre as feridas do mundo
Qualquer papo vagabundo
Você vai me enganar
Sempre que eu bobear
Eta
*(Cazuza/Frejat-1982)*
Gostoso te ouvir jurar
Mentir com esse olhar guloso
Pra me acalmar.
Eu vou me sentir teu homem
Eu vou dormir como um anjo.
Você vai me enganar sempre
Que eu bobear
Você vai me enganar sempre
Com inocência no olhar
Jeitinho de ovelha mansa
Só pra disfarçar
Mas teu riso de criança
É um truque vulgar
Dando ataques de ciumes
Levantando a minha moral
Você vai me enganar sempre
É o teu jeito de amar
Se um amigo chegado
Maltratado pintar
Sentar na mesa ao teu lado
E o assunto casar
Sobre as feridas do mundo
Qualquer papo vagabundo
Você vai me enganar
Sempre que eu bobear
Eta
*(Cazuza/Frejat-1982)*
Assinar:
Postagens (Atom)